Eu tinha que comentar sobre isso. Mas eu num tava tendo tempo pra nada. Mas agora eu consegui. eba.
Beberam mal MESMO!
É ridícula a atuação do governo brasileiro. Cassar visto de jornalista é de uma falta de inteligência... digamos assim... que clama aos céus.
E que, honestamente, me preocupa ainda mais do que os aspectos arbitrários da medida.
A repercussão da reportagem de Rohter sobre os supostos porres do nosso presidente não teve uma fração da repercussão que vai ter a notícia da sua expulsão. Que na seqüência, ainda vai amplificar o tema das bebedeiras no palacio. Sendo que, se ele não conseguiu provar a questão etílica, a atitude do governo brasileiro prova-se por si mesma.
Antes, Larry Rohter era o vilão da história: um jornalista irresponsável e preguiçoso, que não soube fazer o dever de casa. Ponto.
Agora é um mártir da liberdade de expressão.
Será que ele merece essa honra?
Será que o New York Times, (New York Ballantimes para os íntimos) o jornal de Jason Blair, ainda está com essa bola toda?
Aliás: está se fazendo confusão demais em relação a essa história. Como estamos todos por aqui, com os americanos, pouca gente está considerando o caso com objetividade.
As falhas do presidente dos caras (O Senhor da guerra) não vêm absolutamente ao caso. Mas imaginem só se os Estados Unidos, país cada vez menos democrático, expulsasse todos os jornalistas que falam mal de Bush, ou negassem visto a quem já o esculhambou?
Não ia sobrar um só correspondente estrangeiro em Washington para contar a história.rs
E tem mais um detalhe. Larry Rohter (que eu não conheço) mora há anos no Brasil e é casado com uma brasileira, com quem tem um filho. É provável que, recorrendo à Justiça, consiga reverter a expulsão.
Quer dizer: além do vexame de expulsar o jornalista por ter feito uma reportagem ruim, o governo ainda pode pagar o mico de ter de "desexpulsá-lo".
Que papelão.
Escrito por Mucas às 11h10
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Quando estiver em São Paulo, apresente-se como legítimo paulistano:
Entre em todas as filas que encontrar pela frente, mesmo sem saber para que elas servem; Dê mais valor ao seu Rolex que ao seu próprio braço; Coloque sempre um "i" a mais nas palavras: enteindeindo, correindo, choveindo; Tenha o máximo de sobrenomes que você puder, mesmo que precise pegar emprestado; Passe as férias no Nordeste e seja o único de tênis, meião e bermuda até o joelho; Vá a um bar bem cheio, faça cara de bobo e grite bastante; Tenha um carro importado, mesmo que ele seja coreano.
Eu não aguento mais essa cidade. Mas quando passo uma semana longe daqui, ja morro de vontade de voltar. Acho que terei que aguentar esse caos, pois num sou capáz de sobreviver sem ele. Parece ridiculo, mas sinto uma sensação tão gostosa, quando chego a São Paulo, e me deparo com akelas muralhas que se formam com as aglomerações dos edificios. É bom saber que se eu quiser sair em uma segunda feira de madrugada, eu encontro um agito em alguma parte da cidade. Bom, to suuper ocupado hj, mas amanha eu volto para escrever um pouco sobre a "Terra da garoa". beijos.
Escrito por Mucas às 12h10
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